
Candidato afirma que a legalização é um crime também contra a mulher
O tema aborto tem esquentado a guerra entre os candidatos à presidência, ganhou destaque na mídia nos últimos dias e é muito discutido entre os eleitores. O ex-deputado federal Paulo Baltazar, que é candidato à Câmara Federal pelo PRTB, faz questão de colocar sua opinião nas conversas com a população. Para Baltazar, que é médico com especialização em Homeopatia, se aprovada, a lei estará cometendo um crime não só com o direito de nascer, mas também com a mulher.
- Sou contra a descriminalização do aborto. Como cristão, creio que só Deus tem poder de decisão sobre vida e morte. Entendo que desde a fecundação do óvulo é uma vida que começa a ser gerada e só pode ser terminada por Deus. Mas como médico entendo que existem situações em que o aborto é inevitável, como no caso de risco de morte para a mãe. Mas casos como estes já são previstos por lei. A Justiça autoriza e o próprio SUS faz o procedimento. Precisamos lutar para que essa lei não saia do papel para garantir a vida a ser gerada e a vida da mulher – garante, acrescentando que é necessário o eleitor ouvir propostas e opiniões dos candidatos para escolher bem seus representantes.
Assessoria de Imprensa
Mônica Vieira
O tema aborto tem esquentado a guerra entre os candidatos à presidência, ganhou destaque na mídia nos últimos dias e é muito discutido entre os eleitores. O ex-deputado federal Paulo Baltazar, que é candidato à Câmara Federal pelo PRTB, faz questão de colocar sua opinião nas conversas com a população. Para Baltazar, que é médico com especialização em Homeopatia, se aprovada, a lei estará cometendo um crime não só com o direito de nascer, mas também com a mulher.
- Sou contra a descriminalização do aborto. Como cristão, creio que só Deus tem poder de decisão sobre vida e morte. Entendo que desde a fecundação do óvulo é uma vida que começa a ser gerada e só pode ser terminada por Deus. Mas como médico entendo que existem situações em que o aborto é inevitável, como no caso de risco de morte para a mãe. Mas casos como estes já são previstos por lei. A Justiça autoriza e o próprio SUS faz o procedimento. Precisamos lutar para que essa lei não saia do papel para garantir a vida a ser gerada e a vida da mulher – garante, acrescentando que é necessário o eleitor ouvir propostas e opiniões dos candidatos para escolher bem seus representantes.
Assessoria de Imprensa
Mônica Vieira
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