quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Baltazar faz caminhada em Amparo

Baltazar tem visitado vários municípios da região Sul Fluminense durante a semana e aos finais de semana


No sábado, 21, Baltazar participou de um almoço na Fazenda Santana, em Amparo, com fazendeiros e moradores do distrito, que levantaram na ocasião algumas dificuldades pelo qual passam hoje, como transporte, saúde e falta de emprego.
- Precisamos que sejam construídas uma Estação de Tratamento de Água (ETA) e uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) aqui no distrito, junto com o SAAE de Barra Mansa. Também precisamos de uma ambulância em nosso posto de saúde e de mais linhas de ônibus, já que a maioria das pessoas, quando não são aposentadas, trabalham fora e não temos como vir de Volta Redonda depois das 19h30 – disse o presidente da Amigos Associados de Amparo (AMAMPARO), José Antônio Damas de Oliveira.


Atencioso, Baltazar, que também caminhou pelo distrito e ouviu todas as reivindicações dos moradores, relembrou suas ações como prefeito de Volta Redonda e como deputado federal. “Quando fui prefeito de Volta Redonda construí mais de 250 quilômetros de redes de água e esgoto na periferia e fiz a urbanização da cidade. Levei água limpa e tratamento de esgoto para comunidades carentes, proporcionando dignidade à população. E é isso que precisamos fazer aqui”, concluiu.
Baltazar tem visitado vários municípios da região Sul Fluminense durante a semana e aos finais de semana. Esta semana, o candidato também fez panfletagem no bairro Vila Rica, em Três Poços, Pinheiral, e no Açude, em Volta Redonda. Na sexta-feira, 20, Baltazar prestigiou a abertura da 1° Feira da Indústria Metalmecânica do Estado do Rio de Janeiro (FEIMMERJ), na Ilha São João.


Assessoria de Imprensa

Mônica Vieira

Baltazar visita projeto “Arte de Todo Lugar”

Com agenda cheia no final de semana, candidato também visitou Amparo e Três Poços


No domingo, 22, o ex-deputado federal Paulo Baltazar (PRTB) visitou o projeto “Arte de Todo Mundo”, no Vila Rica, em Volta Redonda. Baltazar foi recebido pela coordenadora Regina de Fátima de Oliveira, que contou para o candidato a história do projeto. Desenvolvido desde 1989 em instituições e escolas e de forma independente desde 2005, o “Arte de Todo Mundo” utiliza Arte Terapia, dança, música e teatro como forma de autoconhecimento.

- Estou emocionado com as apresentações que assisti hoje. Percebo que não são essas crianças que aprendem com o projeto realizado, mas sim nós, que aprendemos com a lição de vida que elas passam. É totalmente gratificante saber que um projeto como esse existe não só aqui, mas em toda região, e que algumas pessoas ensinam voluntariamente, com bondade e dedicação que vem do coração – disse Baltazar.

Assessoria de Imprensa
Mônica Vieira

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Crivella elogia Baltazar e classifica candidato como guerreiro

Senador destaca que o político intimida adversários pela honestidade e popularidade


O ex-deputado federal Paulo Baltazar (PRTB) prestigiou na manhã de terça-feira, 17, a candidatura do senador Marcelo Crivella (PRB) em Barra do Piraí, onde o senador recebeu importantes apoios políticos no interior do estado durante um café da manhã. Na ocasião Crivella classificou a história política de Baltazar como desafiadora e destacou o candidato como uma personalidade que intimida seus adversários.
- Baltazar é uma pessoa maravilhosa, um homem de caráter e de família, que muitas vezes foi injustiçado perante a população por ser um político justo e que de certa forma intimida seus adversários. Quero prestar meu total apoio a Baltazar e dizer que nas eleições passadas ele teve seu nome envolvido em um episódio infame, pois nada foi provado contra ele, que é um homem de bem, um guerreiro – declarou Crivella.
Com o slogan “O guerreiro está de volta”, Baltazar afirmou que é um político de enfrentamento e que luta pelo bem estar da população. “Sempre estive do lado do povo. Minha história mostra isso. Quando prefeito cheguei a ser preso por defender o dinheiro público. E como deputado federal enfrentei sem medo os bandidos para mostrar como o tráfico de drogas se infiltra em nossa sociedade, inclusive na política. Mas quem não deve não teme, nem treme. Por isso estou de volta para continuar minha luta”, concluiu Baltazar.


Assessoria de Imprensa
Mônica Vieira

Baltazar caminha e faz panfletagem em Pinheiral e Três Poços

Candidato a Câmara Federal conversa com população sobre suas propostas

Carismático, atencioso e querido por muitos. A popularidade do ex-prefeito de Volta Redonda e ex-deputado federal Paulo Baltazar (PRTB) tem ganhado prestígio não só no município, mas em toda a região. Baltazar, que concorre a uma vaga na Câmara Federal, vem realizado durante as ultimas semanas caminhadas na região Sul Fluminense.
Nesta quarta-feira, 18, Baltazar dedicou o dia para fazer panfletagem e caminhar em Três Poços e em Pinheiral. Na ocasião, o candidato falou sobre as suas conquistas e seus projetos, como a implantação da Universidade Tecnológica do Sul Fluminense, a Rodovia do Contorno e o Trem Bala.
- Acredito que seja de total importância somar esforços do governo Federal e Estadual pela luta por benefícios que atraiam empresas para gerar empregos na região. É por isso também que lutarei pela implantação de uma Universidade Tecnológica do Sul Fluminense, para qualificar nossos jovens para o mercado de trabalho e transformar a região em um centro de excelência em mão de obra. Assim em pouco tempo iremos qualificar nossos jovens e não precisaremos importar profissionais de fora, como anda acontecendo. Vamos sim exportá-los – disse.
Quando prefeito, Baltazar deu inicio a Rodovia do Contorno, que agora está em fase de conclusão. Para ele essa é preciso lutar por outros benefícios que gerem o desenvolvimento econômico da região. “Assim como dei início à Rodovia do Contorno, penso que é hora de lutarmos para garantir a parada obrigatória do Trem Bala em uma das cidades da região. Acredito também que é de suma importância o aceleramento dos governos para tirar o projeto do Aeroporto Regional do papel. Com certeza estou de volta porque sei que posso fazer isso e muito mais pela nossa região”, concluiu.



Assessoria de Imprensa
Mônica Vieira

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Candidatos posicionam-se sobre descriminalização da maconha


Legalize já?
Bill Clinton, ex-presidente dos EUA, causou um alvoroço mundial ao declarar em 1992, durante uma entrevista, que já tinha fumado maconha. “Mas não traguei”, adiantou, como isso pudesse ajudá-lo. Não adiantou. Foi a prova definitiva de que o ‘baseado’ já passou por mãos de muita gente boa – inclusive de políticos que, na juventude, acharam uma boa ideia fumar ‘unzinho’ só para ver ‘qualé’. Bem mais conservadores que os políticos americanos sob alguns aspectos, os brasileiros, em sua grande maioria, posicionam-se contra a descriminalização da maconha. Alguns poucos, porém, admitem a possibilidade de que o uso medicinal da planta seja liberado no país, a exemplo do que já acontece em outras nações. Por isso, o aQui perguntou a diversos candidatos que opinião teriam acerca do assunto. Eles são contra ou a favor da descriminalização do baseado? Confira o que disseram:

Paulo Baltazar, candidato a deputado federal (PRTB)

“Sou radicalmente contra. Trabalhei na CPI do Narcotráfico e mostramos como o tráfico de drogas se infiltra em todas as camadas da sociedade, inclusive na política. Vi como tudo isso funciona. É preciso deixar claro que o dependente de drogas necessita de tratamento médico, pois é um doente. Mas os traficantes precisam ser presos e confiscados seus bens e seu dinheiro para que quebrem a engrenagem que rende milhões de dólares e mata milhões de pessoas no mundo, sobretudo jovens. Sabemos que tudo começa com as drogas chamadas “leves”, como a maconha. Ela é a porta de entrada para o consumo de drogas mais “pesadas” e mais lucrativas para os traficantes. Por isso sou contra e vou continuar lutando contra o tráfico de drogas”.


SAIBA A OPINIÃO DOS DEMAIS CANDIDATOS
http://www.jornalaqui.com.br/arquivo/2010/699/paginas/politica2.htm

Prevenir é melhor do que remediar

SEGURANÇA: Assaltos na porta de bancos preocupam voltarredondenses



VOLTA REDONDA
É um fato incontestável: sair das agências bancárias da cidade do aço em segurança é golpe de sorte. Aos azarados, resta lamentar quando são vítimas das famosas ‘saidinhas de banco’, modalidade de assalto que anda irritando dez entre dez voltarredondenses. Uma das vítimas mais recentes foi a médica Maria Inês de Castro Abreu, 57. No dia 5 de agosto, ela saía de uma agência da Avenida Amaral Peixoto, no Centro, quando foi rendida por um homem armado enquanto caminhava para o estacionamento do banco. Sem opção, restou à Maria Inês entregar ao assaltante os R$ 8 mil que acabara de sacar, mais um aparelho celular e a chave do carro.
O curioso da história toda é que ao relatar o caso aos policiais da 93ª Delegacia de Polícia de Volta Redonda, a médica citou um detalhe importante. Segundo ela, o bandido – que fugiu na garupa de uma moto, pilotada por seu comparsa – teria dito a seguinte frase ao assaltá-la: “Eu quero os R$ 8 mil que você acabou de sacar”. A afirmação do criminoso leva a crer que a atuação dos bandidos anda ficando cada vez mais ousada. E detalhe importante: na grande maioria desses assaltos houve a atuação dos ‘bandidos-motoqueiros’, que, protegidos por seus capacetes, não podem ser reconhecidos pelas vítimas – situação, aliás, que dificulta o trabalho da Polícia em investigar os casos e, consequentemente, em prender os assaltantes.
O elevado número de assaltos nessas circunstâncias tem gerado preocupação. O que fazer, afinal, para que os cidadãos possam utilizar os serviços bancários com tranquilidade, sem medo de serem assaltados? Para Paulo Baltazar, candidato a deputado federal pelo PRTB, uma saída seria obrigar as instituições bancárias a oferecer a seus clientes uma espécie de ‘escolta’ quando altas quantias forem retiradas das agências. “Volta Redonda está em posição estratégica, pois fica entre os dois maiores centros econômicos do país – Rio e São Paulo. E é, também, a região mais industrializada, com a maior renda per capta do estado. Então, é mais ou menos óbvio que a violência busca essa região e tornam-se comuns assaltos como o da ‘saidinha de banco’”, analisa.
Segundo Baltazar, é inocência achar que crimes como este diminuirão. “Pelo contrário, vão aumentar. Por isso, acredito que os setores de segurança pública têm que usar de inteligência neste combate, inclusive com o uso de tecnologia”, afirma, acrescentando que as Polícias Civil e Militar precisam atentar para o fato de que os bancos são o ‘ponto quente’ para este tipo de assalto. “É mais fácil detectar, já que é um crime que tem local específico para ocorrer. Portanto, não é impossível prevenir. Penso que a Polícia Militar, em parceria com a Guarda Municipal, poderia estudar a questão e criar uma estrutura visando o combate a esses assaltos”, acredita Baltazar, lembrando, contudo, que não se pode eximir os bancos da responsabilidade.
“Os bancos são corresponsáveis no que diz respeito à segurança de seus clientes. Por isso, acredito que deveriam ser obrigados a instalar, além das câmeras internas, câmeras estrategicamente posicionadas no entorno das agências, monitorando a área 24 horas por dia”, diz ele, lembrando que as motocicletas – veículo preferido dos assaltantes – poderão ser vistas num perímetro razoável. “Agora, penso também que a Guarda Municipal ou a Polícia Militar, cientes deste problema, deveriam posicionar-se nas imediações das agências bancárias. Mas isso tem que ser um programa permanente e, de tempos em tempos, as técnicas de abordagem devem ser mudadas”, opina Baltazar, certo de que é indispensável que, uma vez que a Polícia identifique os criminosos, compartilhe as informações com as delegacias das cidades vizinhas. “Essas providências podem inibir esses assaltos. Mas afirmo que é fundamental que os bancos sejam responsabilizados também, assim como o Poder Público, que tem por obrigação dar segurança às pessoas”, frisa.
Baltazar vai além. Diz que uma alternativa para ao menos minimizar o problema seria proporcionar ao cliente a possibilidade de fazer saques de altas quantias em outro local que não seja a área dos caixas eletrônicos. Para justificar, ele cita um exemplo. “Aquela área dos caixas é muito visada. Portanto, o cidadão fica vulnerável à ação de ‘olheiros’ que, munidos de telefone celular, alertam para seus comparsas quem está saindo do banco com altas quantias de dinheiro. Também sou a favor de que, por isso, o uso de telefones celulares seja proibido na área reservada aos caixas”, argumenta, certo de que a medida pode dificultar a ação dos criminosos.
A sugestão, pelo menos a princípio, pode desagradar a algumas pessoas. Afinal, ninguém quer abrir mão do direito, por exemplo, de bater um papo pelo telefone enquanto aguarda atendimento no banco. Mas Baltazar lembra que, muitas vezes, vale a pena abrir mão de alguns confortos em prol de um bem maior. “O caso dos assaltantes que andam de moto, por exemplo. Em Alagoas, onde os criminosos utilizavam motos para cometer assassinatos, um juiz chegou a proibir o uso de capacetes dentro dos limites da cidade, contrariando as leis de trânsito. A situação lá chegou a tal ponto que esta medida foi necessária em função da segurança pública”, lembra Baltazar, que emenda: “Lá a situação chegou a tal nível que foi preciso uma decisão drástica”.
Defensor da tese de que todos devem colaborar no combate à criminalidade – mesmo que isso signifique uma pequena ‘encheção de saco’ para os cidadãos de bem –, Baltazar acredita que, em Volta Redonda, não é preciso que se proíba o uso de capacetes. Basta, segundo ele, que a Polícia intensifique as blitzes. “É um transtorno, sim, mas acho que tem que aumentar as blitzes. Acho correto. É o preço que se paga: mais segurança, menos liberdade. Infelizmente, não há outro jeito”, sentencia Baltazar. “Isso certamente diminui um pouco o conforto das pessoas, mas, ou se faz isso, ou todos ficaremos à mercê da violência”, completa.
Policiamento preventivo
Conhecedor dos estragos feitos pelo tráfico de drogas na sociedade, já que atuou como relator da CPI do Narcotráfico, em 1999, Baltazar acredita que, em Volta Redonda, o crescimento da violência está atrelado ao consumo e venda de entorpecentes. Ele diz não ignorar que, na cidade do aço, assim como nas cidades vizinhas, há uma movimentação considerável de traficantes, principalmente nas áreas mais pobres do município. Por isso, ele defende que o projeto das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) – pedido feito pelo deputado estadual Edson Albertassi (PMDB) ao governador Sérgio Cabral - seja implementado na região Sul Fluminense, a exemplo do que acontece nas favelas do Rio de Janeiro – áreas onde o crime organizado atua como um poder paralelo ao do Estado.
Ele acredita, porém, que, para o interior, o projeto deveria sofrer algumas pequenas modificações. “Vejo as UPPs como um grande avanço em relação às áreas dominadas pelo crime, principalmente pelas milícias e pelo narcotráfico, aliando segurança e ação social. É uma outra modalidade de enfrentamento ao crime”, observa Baltazar, acrescentando, contudo, que no Rio de Janeiro e em outras capitais, ao contrário do que acontece no interior, a identificação de áreas dominadas pelo crime é mais clara. “Em Volta Redonda temos, primeiramente, que especificar quais são as áreas mais problemáticas. A ideia das UPPs vem do policiamento comunitário, mas com uma estrutura voltada para situações mais críticas. A meu ver, o policiamento em Volta Redonda deveria ser mais voltado para a prevenção”, opina.
“Aqui não temos áreas com um domínio muito claro de facções criminosas. Não vejo em Volta Redonda áreas em que o tráfico cobre pedágio ou imponha toques de recolher, obrigando o comércio e as escolas a fecharem suas portas, como acontece no Rio”, analisa Baltazar, preferindo não reconhecer a atuação de grupos de traficantes no Complexo da Vila Brasília, entre outros, como exemplo da necessidade da implantação de uma UPP na cidade do aço.
“Só se pacifica o que está em guerra. Aqui temos que prevenir para que não cheguemos ao ponto de ter que pacificar”, sublinha, reforçando a tese de que é preciso mapear as áreas mais problemáticas e, a partir daí, definir quais exigem uma intervenção policial mais direta – seja ela preventiva ou pacificadora. “Sou a favor de um policiamento que se integre à comunidade – não é para passar por lá só de vez em quando. Tem que ser um policiamento que ganhe o respeito e a confiança da comunidade, que não pode ter medo da Polícia. Por isso, é indispensável que tenhamos policiais preparados, com este espírito de integração”, justificou.
De acordo com Paulo Baltazar, o trabalho da Polícia junto às comunidades onde há movimentação do tráfico deve ser análogo ao dos médicos. “Um médico, quando trabalha numa comunidade, deixa claro que está ali para ajudar. Portanto, ganha o carinho e o respeito das pessoas. Com os policiais deve acontecer o mesmo”, acredita. “A criminalidade é como uma doença: posso tratá-la ou preveni-la. E para prevenir essa doença, é preciso que a Polícia esteja perto da população, mostrando que está ali para ajudar, respeitando e sendo respeitada”, emenda Baltazar, que defende, dentre outras, que o Estado invista no treinamento dos policiais, inclusive dando apoio psicológico, para que eles possam desempenhar suas funções junto às comunidades.
Certo de que o policiamento preventivo é uma alternativa viável para combater o crescimento da criminalidade no Sul Fluminense, Baltazar lembra que o grande fator de êxito nas UPPs do Rio é justamente o bom relacionamento entre a Polícia e a população. “Ao quebrar o monopólio do tráfico e das milícias, as UPPs integram-se às comunidades. É algo inovador porque, além de reprimir a violência nesses locais, é também preventivo. Olhando para as metrópoles, temos que pensar em maneiras de não deixar que a violência se alastre aqui no interior como se alastrou lá”, conclui.


ENTREVISTA REALIZADA PELO JORNAL AQUI
http://www.jornalaqui.com.br/arquivo/2010/699/paginas/vr1.htm

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